Escolha a mochila certa para seu filho enfrentar bem a segunda fase de estudos do ano

A mochila certa pode evitar as dores lombares

Escolha a mochila correta

Olá amigas (os), chega essa época e começamos a rever os materiais escolares das crianças e conferir a situação deles, se tem que ser repostos ou não. Afinal, dependendo da personalidade da criança, chega nessa semana e percebemos que os materiais escolares já estão gastos e sem condições de uso para a próxima fase de estudos.

Alguns cuidados devem ser observados na hora de comprar a mochila, considerando algumas características e não somente o personagem preferido de seu(sua) filho(a).

Primeiramente considere:

  •  A idade de seu (sua) filho (a), assim você consegue definir o tamanho
  • O local da sala onde seu (sua) filho (a) estuda(se tem escadas ou não), para definir o tipo de mochila(com rodas ou sem)
  • Se a escola dispõe de armários na escola, onde se possa deixar os materiais e troca de roupas (para definir o material)

De acordo com a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, falta uma regulamentação no país sobre o assunto. O que chama a atenção é que os estudantes universitários, cujo corpo já está bem mais formado, carregam menos livros que os do primeiro grau. Além disso, as editoras não se preocupam com o peso final dos livros que produzem.

Dicas para a mochila ideal:
– tem que ser leve: vazia, ela não deve pesar mais de meio quilo.

A mochila da criança deve carregar até cerca de 10% do seu peso, porém crianças que residem mais distantes da escola e utilizam transporte coletivo ou seguem a pé, já não se orienta essa porcentagem;

– conferir se a alça de mão é acolchoada, com no mínimo oito centímetros de comprimento.

– verificar a quantidade de bolsos nas mochilas: quanto mais espaçado o material, melhor a distribuição de peso.

– mochila com rodinhas é uma opção para crianças que carregam muito peso. Porém, estudos comprovam que este modelo pode ser mais prejudicial à postura do que as carregadas nas costas. Em geral mais pesadas, elas são puxadas com apenas um braço, o que causa uma assimetria na postura e fica ainda pior se a criança tiver de subir e descer escadas. Só tem sentido usar as mochilas de rodinhas se as escolas adotarem rampas ou elevadores, para evitar que a criança tenha que levantar a mochila nas escadas. Os modelos de rodinhas são mais indicados para crianças de até seis ou sete anos, pois permitem carregar um pouco mais de peso e se adequam a altura do estudante.

– deve ter duas tiras, pois as de tira única para o ombro não distribuem o peso uniformemente.

– deve ter alças acolchoadas, reguláveis e com uma largura mínima de quatro centímetros na altura dos ombros. Tiras estreitas causam compressão nos ombros, podendo causar dor e restringir a circulação.

– preferir mochila de estrutura rígida e acolchoada nas costas – o forro acolchoado ajuda a evitar ferimentos com objetos pontiagudos.

– verificar se há um cinto regulável na altura da barriga, para evitar que a mochila balance e ajudar a repartir o peso entre os ombros e a zona lombar.

Oriente ao seu filho a distribuir o peso de maneira equilibrada entre os compartimentos da mochila, para não haver focos de peso;

Sempre lembrar o seu filho de levar apenas o material necessário para o dia na escola. Como no modelo tradicional de escola no Brasil não há armários para os estudantes, é muito importante verificar a arrumação da mochila diariamente.

Bem amigas (os), cuidados com a postura nessa fase da vida é tão importante quanto alimentar-se bem.

Beijos e até a próxima!

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