Encare o verão, sem brigar com a balança

meta de verão

meta de verão

Olá amigas(os), começa a esquentar, e percebemos que o verão se aproxima. Daí vem a preocupação com o espelho e a balança. Quem nunca ouviu ou disse a frase “Preciso perder alguns quilinhos”?

Em meio à propagandas que cultuam o corpo, modelos, capas de revistas com a silhueta perfeita, músculos definidos, muitas mulheres convivem com um grande e grave problema – a obesidade.

De acordo com o Ministério da Saúde, 17,9% da população brasileira está obesa e o excesso de peso atinge 52,5% da população adulta do país. Segundo a estatística, os quilos a mais são fatores de risco para doenças crônicas, como as do coração, hipertensão e diabetes, que correspondem a 72% dos óbitos no Brasil.

Além dos danos no organismo, problemas osteomusculares, dores na coluna e desequilíbrio hormonal, a obesidade causa problemas ligados à saúde psicológica da mulher.

A mulher obesa está mais propensa a adquirir problemas psíquicos. Aceitação, realização e exposição do próprio corpo tornam-se um grave problema para esse público. A relação sexual com o parceiro também se torna algo difícil.

O ideal é manter o IMC (Índice de Massa Corporal) dentro dos padrões normais, independentemente da questão estética, a obesidade não é um fator saudável e deve ser evitada.

Como identificar e tratar a obesidade

Obesidade no verãoO ganho de peso pode acontecer por quatro motivos: problemas hormonais, falta de atividade física, má alimentação ou herança genética. Ao identificar os quilos a mais na balança, a mulher deve procurar um médico endocrinologista e relatar o problema.

O especialista fará exames para detectar se existe alguma alteração hormonal, taxas de tireoide, colesterol e diabetes. Se o sobrepeso for por algum desses fatores, serão indicados os medicamentos necessários para o controle da doença e consequentemente da gordura corporal.

Se as doenças endócrinas forem descartadas e a causa da obesidade for por consumo de calorias em excesso e má educação alimentar, o tratamento será realizado com acompanhamento de nutricionistas.

A mulher é feita de múltiplas cascatas hormonais, e controlá-las é uma tarefa difícil, além disso, o uso de pílulas anticoncepcionais geram retenção hídrica, causando certas disfunções que acarretam obesidade.

Outra questão que devemos ressaltar para as mulheres é que a faixa pós-gravidez é bem suscetível para desencadear o problema. Nesse período existe uma mudança no eixo metabólico pós-gravidez e por isso a faixa pós-gestacional tem maior tendência à obesidade.

Como calcular o IMC

O cálculo do IMC é feito dividindo o peso pela altura ao quadrado, ou seja, IMC = Peso: Altura². Resultados para as mulheres: estão abaixo do peso, se o resultado for menor que 19,1; possuem peso normal com números entre 19,1 e 25,8; estão marginalmente acima do peso, se o resultado variar entre 25,8 e 27,3, mas, são consideradas acima do peso ideal, se estiverem entre 27,3 e 32,3. Uma mulher é considerada obesa se o seu IMC for maior que 32,3.

Seja qual for o resultado, vale a pena consultar um endócrino, fazer os exames e saber qual a dieta adequado ao seu tipo sanguíneo, biótipo e necessidades.

Certamente o(a) profissional vai pedir que paralelamente à dieta, alguma atividade física seja realizada. Faz parte, você vai encarar o desafio e estará feliz com seu corpo no verão.verão

Tem mais alguma dica? Compartilhe conosco, adoramos receber novas dicas.

Beijos e até a próxima!

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