Tenha uma vida melhor com a simples troca de travesseiro

Travesseiro ideal

Travesseiro adequado

Olá amigas (os), quem tem algum quadro alérgico percebe que em algumas épocas do ano isso tende a se agravar, porém pouca gente se dá conta que isso pode ocorrer por contar dos travesseiros, afinal eles também têm prazo de validade.

Com o tempo, o travesseiro acumula em seu interior microorganismos que se alimentam das secreções que eliminamos durante o sono, como suor e peles mortas.

Um travesseiro repleto de impurezas torna-se ambiente propício para proliferação de ácaros, fungos e bactérias, se transformando em fontes prováveis de diversos tipos de alergia, principalmente nessa época do ano.

Esses microorganismos são possíveis causadores de conjuntivite, eczema, sensação de peito fechado à noite, espirros, coceira nas mãos ou face, corrimento ou bloqueio e até mesmo asma.

O ácaro é o principal agente de substâncias causadoras de alergias numa casa se proliferando nas camas, colchões e travesseiros cujo grau de calor e umidade são favoráveis para sua reprodução.

Os ácaros, que são poluentes biológicos, agridem ainda mais as pessoas alérgicas, colaborando para um sono de má qualidade.

Muitas vezes o travesseiro apresenta uma aparência perfeita, o que não significa que ele esteja livre dos ácaros. “A vida útil de um travesseiro é, em média, de cinco anos de uso, mas é recomendado que se faça a troca de dois em dois anos, pois a prolongação do seu uso pode ser uma grande fonte de contaminação e alergias. É importante destacar que tudo isto pode ser minimizado com o uso de travesseiros com tratamento antiácaros”, explica Renata Federighi, gerente de marketing da Duoflex.

Hoje em dia encontramos travesseiros com tratamento antiácaro. Além disso, evita que os ácaros se instalem nos travesseiros gerando mais conforto e segurança para toda a família.

Além da questão alérgica, o travesseiro pode ser o responsável por noites mal dormidas também. Afinal ele vai definir a posição e altura em que ficará sua cabeça em relação ao corpo. Se ele não tiver o tamanho, material e modelo adequado, pode até te provocar dores diversas.

Acho que a essa altura alguém já se identificou com alguns desses sintomas, cansaço, dores nas articulações, enxaqueca, insônia, tontura, torcicolo, entre outros, leia a seguir.

Se você costuma dormir de costas ou de lado, escolha um travesseiro que se encaixe corretamente no vão entre a orelha e a cama.

As pessoas que preferem dormir de bruço escolha os travesseiros mais finos, para que a sua cabeça não fique tombada para trás.

Tipos de Travesseiros
Espuma ortopédica
– Possuem bordas altas, parecendo caixas de ovos, eles não pode ser lavado e não causa alergia.

Látex – São excelentes para os alérgicos, possuem materiais que duram até cinco anos. Podem ser lavados a mão e não causam alergias.

Molas – Feitos com molas de aço revestidos com espuma, com o tempo podem deformar. Causam alergia e não podem ser lavados.

Penas ou plumas de ganso  – Esses travesseiros têm a fama de serem macios e confortáveis, mas cuidado, dependendo do movimento podem deformar. Se vierem com tratamento especial não causam alergia e não podem ser lavados.

Fibra sintética ou siliconada  – Sua vantagem é a durabilidade, feitos de material sintético, no mercado existem várias espessuras e níveis de maciez. Podem ser lavados e não causam alergias.

Flocos de espuma – Esses travesseiros não são recomendados, pois como possuem flocos no interior, podem deformar de acordo com o movimento, alem de causarem alergia e não poderem ser lavados.

Viscoelástico – Indicados por ortopedistas, pois nunca deformam. Não causa alergia e não podem ser lavados.

No programa da Oprah vi que para se definir a hora de trocar o travesseiro, basta tentar dobrar o travesseiro ao meio se ele dobrar e não voltar ao normal, significa, que já esta na hora de trocá-lo.

Beijos e até a próxima!

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